
Com um traço de pena
Dou vida a superfície intacta
Transformo versos lânguidos
Em alimento...
E como um comedor de ópio
Sigo inebriado...
Em espasmos poéticos
Que me deixam tonto
Ouço vozes!
Ergo-me em desvarios
E como num último alento
Sobrevivo na imensidão das palavras...
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